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Afinal, por que casar?

As gerações atuais buscam de uma forma autêntica de fazer a cerimônia. Eles buscam por intimidade e pela possibilidade de alguns direitos. Veja mais na matéria.

Por que ainda hoje fazemos o ritual do casamento? As gerações mais atuais que estão casando, dos Millennials, acreditam que o casamento une forças e cria a intimidade perfeita para a vida a dois.

É uma forma mais explícita de falar à sociedade de que ali se formará uma nova família. É também uma terminologia diferente do que “morar junto”.

No Brasil, o censo afirma que a idade média para se casar é de 30 anos para os homens e 28 para as mulheres entre os heterossexuais e 34 anos para homossexuais tanto homens quanto mulheres.

Mas, afinal, por que as pessoas ainda casam?

Pensando num contexto atual, casar pode ter diferentes significados quanto ao conceito. O mais lembrado no senso comum é o ato solene entre duas pessoas que sinaliza que daquele momento em diante são cônjuges e isso normalmente vem acompanhado de uma cerimônia. Outro é o de que o casamento é considerado o meio mais legítimo de estar em um relacionamento, ter direitos patrimoniais, fazer sexo e ter uma família.

Só que não existe uma regra.
Não é preto no branco.
É uma mistura de cores!

Então, o que ainda faz parte da jornada de escolher se casar?

· Companheirismo:

Estar junto em diversos momentos pode ser um dos conceitos de ser companheiro, e por resultado, do casamento. Compartilhar a vida com alguém que compreende seus altos e baixos é uma aventura, e no fim do dia curtir a presença do outro, admirar as qualidades e gerenciar os defeitos é bem interessante.

· Senso de pertencimento:

Tirando de cena todas as ideias de sentimento de posse, o ser humano tem essa vontade pertencer, seja ao lugar de onde veio ou às pessoas com quem conviveu e convive. É isso que dá sentido (muitas vezes) ao que fazemos como trabalho e está diretamente ligado ao nosso propósito em existir nessa terra.

Opção religiosa:

Grande parte das crenças religiosas prezam pelo matrimônio como fundamento da Igreja. Inclusive, em religiões onde a cerimônia marca a vida de adultos como casal, o sexo só pode ser consumado após o matrimônio.

· Compromisso:

Um dos símbolos do casamento é a aliança. Ela representa em termos gerais que você tem um compromisso com uma pessoa, mesmo que ela não esteja ali naquele momento para ser apresentada aos presentes. Ser compromissado também significa empenhar a palavra e cumprir em honrá-la

· Amor:

Esqueça a cena daquele filme açucarado de Hollywood. Amor é aquela decisão muito maior que um sentimento que faz com que você aceite as coisas não tão boas com a mesma determinação e empolgação com que descobriu os atrativos do seu parceiro. O amor também pode ser traduzido em ações. Fazer algo pelo outro é um sinal de amor, cuidado e a atitude de quem se importa.

· Estabilidade:

Emocional, financeira, social e sexual. Apesar de não ser amplamente manifesto, existe uma ideia no imaginário popular sobre o casamento ser o último nível de comprometimento que nossas sociedades reconhecem. Outro fator é que a construção (ou manutenção) de um patrimônio a dois é consideravelmente mais fácil do que para um solteiro. A disponibilidade social e sexual de um parceiro são outros pontos que reforçam a solidez desse pensamento entre muitos.

· Afirmação social:

Ao contrário da pressão social, é quando o casal se sente livre para contrair o matrimônio como forma simbólica de mostrar à sociedade que podem estar juntos em uma união. É por esse motivo, por exemplo, que o número de casamentos homossexuais tem crescido vertiginosamente, de 31% de aumento em 2014 e 15% em 2015. Um reflexo da Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de 2013, que liberou os cartórios do País a celebrar o casamento civil e converter a união estável homoafetiva em casamento.

O casamento ainda é considerado a união mais estável. Mas existem outras formas legítimas de ter uma família, estar em um relacionamento e, o mais importante: se amar!

Em uma sociedade onde “amar sem regras” é cada vez mais habitual, outras formas de amor surgem como o “poliamor”, que é uma relação onde mais pessoas têm transparência, em um relacionamento sério.

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